
Revise seu currículo, estabeleça objetivos de aprendizagem observáveis e fortaleça a intencionalidade pedagógica para promover e acompanhar com mais clareza o desenvolvimento das habilidades precursoras da leitura e da escrita.
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Gratuito
Desenvolvida por pesquisadores e especialistas vinculados à NYU, Johns Hopkins, universidades brasileiras e organizações educacionais, com base na revisão de 158 estudos.
Replicar a BNCC não é suficiente.
Quando os objetivos são amplos, organizados em faixas etárias extensas e não há parâmetros comuns de progressão, cada professora pode interpretá-los de uma forma diferente. E a equipe técnica perde clareza para acompanhar, orientar e intervir.
Na prática, surgem perguntas como:
Antes de ler e escrever convencionalmente, a criança desenvolve um conjunto de habilidades precursoras: linguagem oral, vocabulário, consciência dos sons da fala, familiaridade com livros e textos, coordenação grafomotora, atenção, memória, autorregulação e capacidade de compreender relações de sentido.
Essas habilidades não aparecem de forma automática. Elas precisam ser intencionalmente cultivadas desde os primeiros anos, por meio de experiências pedagógicas adequadas à Educação Infantil.

A Matriz criada pela Escribo, com base na revisão de 158 estudos por pesquisadores e especialistas vinculados à NYU, Johns Hopkins, universidades brasileiras e organizações educacionais, organiza habilidades associadas ao desenvolvimento inicial da leitura e da escrita em seis domínios, da Creche à Pré-Escola.

Compreensão oral, nomeação, narrativa e interação verbal.
Familiaridade com livros, letras, nome próprio e função da escrita.
Rimas, sílabas, sons iniciais, fonemas, leitura e escrita inicial.
Coordenação, traçado, controle motor e organização do registro escrito.
Sequência, relações de sentido, compreensão e justificativas.
Atenção, espera da vez, planejamento, flexibilidade e revisão.
Todos os anos, secretarias, escolas e instituições educacionais investem em formação docente, materiais didáticos, projetos e consultorias. Mas, quando os resultados aparecem, a pergunta muitas vezes continua sendo a mesma:
"por que tantas crianças ainda não são alfabetizadas na idade certa?"
